HC da Unicamp e Hospital Estadual de Sumaré entre os 100 melhores hospitais públicos do Brasil

O ano começou com aquele sorriso que aquece o coração. Sabe quando a gente recebe uma boa notícia e dá vontade de contar para todo mundo? Pois é assim que estamos a celebrar: alguns dos hospitais por onde os nossos amarelinhos espalham histórias e carinho começaram o ano em grande estilo.

O Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas, e o Hospital Estadual de Sumaré entraram para a lista dos 100 melhores hospitais públicos do Brasil. O estudo que fez essa seleção foi organizado por instituições como o Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde, a Organização Pan-Americana de Saúde, o Instituto Ética Saúde e os conselhos nacionais dos Secretários de Saúde e das Secretarias Municipais de Saúde. 

Só entraram na lista hospitais que atendem exclusivamente pelo SUS, com mais de cinquenta leitos e produção registada no Ministério da Saúde. Foram analisados critérios como acreditação hospitalar, taxas de ocupação e mortalidade, leitos de UTI e tempo médio de internação. Tudo isso para garantir que o cuidado não seja só bem-intencionado, mas também eficiente e responsável.

A lista, por enquanto, traz lista de 100 hospitais - 30% deles estão no estado de São Paulo. E a história não acaba aqui. Em maio, vem a próxima etapa, quando serão anunciados os dez melhores hospitais públicos do Brasil. Para isso, entram em cena outros pontos importantes, como a satisfação dos pacientes, o nível de acreditação, as práticas de compliance e a forma como os recursos são utilizados.

O HC da Unicamp e Hospital Estadual de Sumaré sempre acolheram muito bem nossos voluntários e vê-los nessa lista é uma alegria imensa. Nossos parabéns e muito obrigado a quem sempre nos abriu as portas e que seguem provando que excelência também se constrói com afeto, empatia e histórias bem contadas.

Quer conferir a lista completa? Clique aqui!

Dia Nacional do Voluntariado: vamos celebrar com treinamento para novos participantes!

Uma lei de 1985 estabeleceu o 28 de agosto como Dia Nacional do Voluntariado, para valorizar e incentivar o trabalho voluntário, atividade não remunerada, motivada pela solidariedade e pelo desejo de contribuir livremente com alguma causa, instituição ou comunidade.

Criada em 2003, a Associação Griots – Os Contadores de Histórias é movida pelo trabalho voluntário e, neste ano, celebra a data realizando seu treinamento anual para novos contadores de histórias. A iniciativa busca capacitar pessoas interessadas em levar histórias aos corredores de hospitais, contribuindo para a humanização do atendimento e o acolhimento de pacientes, além de fortalecer vínculos afetivos e estimular a imaginação de crianças e adultos em momentos de vulnerabilidade.

O período de inscrição incluiu uma entrevista com a psicóloga da Associação e, no dia 30 de agosto, o grupo faz seu primeiro encontro presencial, no Instituto CPFL. Nesta primeira fase do treinamento, os participantes recebem instruções sobre o ambiente hospitalar, e dialogam sobre questões como a importância do comprometimento ao realizar o serviço voluntário, os benefícios da contação da história como ferramenta de escuta e acolhimento, entre outros. Após esse encontro, os candidatos iniciarão um estágio semanal, acompanhando contadores de histórias experientes em visitas aos hospitais, com duração aproximada de uma hora por semana, até a data da formatura, em 27 de setembro. Este segundo encontro encerra o processo formativo e marca a entrega do avental e do crachá aos novos voluntários, símbolos do início oficial da missão de contar histórias e acolher pacientes com palavras, escuta e sensibilidade.

Andréia Aparecida João faz parte do grupo dos voluntários mais experientes, e ainda guarda memórias dos seus primeiros passos como contadora de histórias. “Quando eu comecei, achava que não sabia contar histórias, embora quisesse muito contar. Mas recebi uma dica valiosíssima, que recebi e continuo falando pros novos contadores que vão chegando. O importante é a gente contar histórias com o coração. A hora que a gente coloca o nosso avental ‘mágico’, tudo se transforma. Transbordando amor, a gente consegue contar qualquer história”, relembra.

Em 2025, a Associação Griots fez seu primeiro treinamento desde o início da pandemia, e Valéria Fusch foi uma das voluntárias que se juntou ao grupo. Hoje ela atua no Hospital Celso Pierro, em Campinas. “Agradeço imensamente ao grupo Griots pela acolhida afetiva. Esse trabalho voluntário está sendo muito importante pra mim! Poder proporcionar um momento de alegria por meio da conversa, acolhimento e histórias, é muito valioso e nos faz refletir como a vida é valiosa. O momento que mais me marca quando vou até a PUCC contar histórias é o sorriso de cada criança e o agradecimento das famílias.

Associação Griots – Os Contadores de Histórias

Fundada em 2003, a Associação Griots – Os Contadores de Histórias é uma entidade sem fins lucrativos, cujos voluntários fazem contação de histórias em hospitais. Atualmente, conta com patrocínio da CPFL Energia e Unimed Campinas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apoio do Instituto CPFL e assessoria cultural da Direção Cultura.

Dia Mundial das ONGs: De passos simples a grandes mudanças

No dia 27 de fevereiro, celebramos o Dia Mundial das ONGs, uma data superespecial para reconhecer o trabalho de tantas organizações sem fins lucrativos fazendo a diferença por aí, cada uma à sua maneira, seguindo a sua vocação.

Essa data é um lembrete de como, juntos, podemos transformar realidades, promover justiça e sustentabilidade, e tornar o mundo um lugar mais acolhedor para todos.

O caminho escolhido pela Associação Griots – Os Contadores de História, desde 2003, quando começou suas primeiras atividades, é o da leitura, do acolhimento, da escuta e da atenção. 

Nossa missão é simples, mas cheia de significado: contar histórias. E essas histórias vão muito além do simples ato de narrar. Elas têm o poder de conectar, inspirar e, acima de tudo, levar esperança àqueles que mais precisam.

Nosso trabalho acontece principalmente em hospitais e lares de idosos na Região Metropolitana de Campinas. Com livros, fantoches, muitos sorrisos e uma pitada de magia, vamos até os leitos dos pacientes e nos sentamos ao lado deles, compartilhando histórias leves e alegres que trazem um raio de luz para os dias difíceis. O que nos une é a vontade de fazer o bem, de humanizar os ambientes em que atuamos e de espalhar gentileza e alegria.

Começamos no Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas/SP, e, ao longo dos anos, expandimos nossa atuação para mais hospitais, e até em cidades diferentes, como Campinas, Paulínia, Indaiatuba, Itapira e Sumaré.

Hoje, contamos com o apoio da CPFL Energia e da Unimed Campinas, que acreditam no nosso trabalho e viabilizam nossas ações por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do ProAC-ICMS – Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo.

Neste Dia Mundial das ONGs, queremos convidar você a compartilhar conosco a sua história com os Griots!

Se você já foi ou é nosso voluntário, participou de alguma de nossas ações ou nos encontrou por aí, envie seu depoimento. Sua história é o que nos move a continuar nossa jornada. Vamos juntos espalhar mais histórias e transformar o mundo.

Conheça o trabalho dos Griots no Hospital e Maternidade Santa Tereza em Campinas

Desde o começo do ano, os Griots ampliaram seus locais de contação de histórias em Campinas e passaram a realizar visitas no Hospital e Maternidade Santa Tereza, em Campinas.
Localizado no coração de Campinas, bem no centro da cidade, o hospital tem sido um parceiro bastante acolhedor para nossos voluntários, abrindo suas portas para os anjos amarelinhos que levam o poder da conexão e da esperança aos pacientes por meio da contação de histórias.
Acreditamos que o universo lúdico, o olhar e o sorriso são ferramentas essenciais para inspirar e promover o bem-estar, e estamos comprometidos com essa missão e ficamos muito contentes quando podemos mostrar um pouco da nossa rotina por aí.
Quem foi conferir de perto uma das nossas visitas pelo hospital foi a equipe da TV Câmara Campinas que, com muito profissionalismo e gentileza, produziu uma edição do programa Mãos Solidárias sobre a importância da contação de histórias.

Para conhecer melhor o Hospital e Maternidade Santa Tereza, vocês podem acessar o site oficial e as redes sociais. A entidade está presente tanto no Instagram quanto no Facebook.

Ah! Ficou curioso para assistir ao programa? Ele foi ao ar no dia 10 de agosto, mas você pode rever pelo YouTube: 

https://youtu.be/rzefI5VimOk?si=o3TIMwEoKoBzxjBP

De volta ao Centro de Reabilitação Lucy Montoro em Campinas


No último dia 27/09, a voluntária Elaine esteve na ludoteca do Centro de Reabilitação Lucy Montoro, junto ao Centro Infantil Boldrini, em Campinas, retomando as atividades presenciais regulares na instituição após dois anos, em razão da pandemia.


A rede Lucy Montoro realiza programas de reabilitação específicos, para pacientes com deficiências físicas incapacitantes, motoras e sensório-motoras, de acordo com as necessidades de cada um. O trabalho é feito por equipes multidisciplinares, entre médicos fisiatras, enfermeiras, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, educadores físicos e fonoaudiólogos.


Para nós, é uma felicidade enorme poder voltar e contribuir com as nossas “ferramentas de trabalho”: histórias, fantasia, sorrisos, leveza e muita alegria. Veja alguns registros:

Em Campinas, o centro Lucy Montoro tem como parceiro o Centro Infantil Boldrini, Hospital Filantrópico de Referência no Tratamento de Câncer e Doenças do Sangue, que realiza, além de tudo, importante trabalho de conscientização.


A campanha Setembro Dourado, por exemplo, é toda dedicada à conscientização sobre o combate do câncer infantojuvenil. O objetivo é orientar sobre a importância do diagnóstico precoce para o aumento das chances de cura da doença. Aproximadamente 1/3 dos diagnósticos de câncer pediátrico é confirmado como Leucemia, e o tipo mais comum é a LLA, Leucemia Linfóide Aguda, que, no Boldrini, possui taxa de cura que chega a mais de 81%. E o primeiro passo para isso é o diagnóstico precoce.