Convite Griots: palestra gratuita sobre trabalho voluntário nos hospitais é no dia 03/02 em Campinas

No dia 03 de fevereiro, sábado, às 14h, a Associação Griots - Os Contadores de Histórias promove um evento gratuito com o tema: “A psicologia hospitalar lado a lado com o trabalho voluntário”. 

A palestra, conduzida pela psicóloga Sarah Antonini, será no Pavão Cultural, na Cidade Universitária, em Campinas.

Este é o primeiro evento oficial pós-pandemia para reunir todos os voluntários da entidade. Desde o fim da pandemia, os voluntários retomaram atividades presenciais aos poucos, porém de um modo mais individual ou em pequenos grupos. “Neste ano vamos retomar os treinamentos para formação de novos voluntários, mas antes, pensamos em organizar um evento para quem já atua como contador de histórias, de forma a celebrar este trabalho, lembrá-los da importância da sua atividade, para trocarmos ideias, e nos reciclarmos”, comenta Sonia Barbosa, diretora financeira.  

O evento é gratuito e aberto a todos que se interessarem. “Muita gente nos pergunta: como se tornar um voluntário Griots? Pois essa é a oportunidade de vir, conhecer a entidade, entender nossa rotina, para confirmar mesmo o desejo de se inscrever no próximo treinamento”, explica Sonia.

Sobre a palestrante:

Convidada para conversar com o grupo, a palestrante Sarah Antonini tem mais de 30 anos de experiência como psicóloga clínica, educacional, e com forte dedicação à área hospitalar.

Especialista em psicologia hospitalar pela Santa Casa de São Paulo, onde foi também professora e supervisora da clínica de Ginecologia geral e oncologia, atuou na fundação do Núcleo da Psicossomática de Campinas e desde 2011 participa do grupo de cuidados paliativos da SMCC – Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, com cursos de cuidados paliativos, organização de eventos e jornadas com reuniões bimestrais. 

Atuou como psicóloga da equipe de cuidados paliativos e pacientes crônicos da equipe de atendimento domiciliar da Unimed Campinas (ADUC), por 14 anos e é colaboradora e membro da diretoria da REDE API – Campinas – grupo de apoio a familiares enlutados. 

Sobre a Associação Griots:

Fundada em 2003, a Associação Griots – Os Contadores de Histórias é uma entidade sem fins lucrativos, cujos voluntários usam a contação de histórias como ferramenta de apoio emocional para crianças-pacientes hospitalares e seus familiares. Atualmente, o grupo conta com o patrocínio da CPFL Energia e Unimed Campinas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Proac-ICMS - Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual de Cultura, Economia e Indústria Criativas de São Paulo. 

Não perca!

Associação Griots – Os Contadores de História convida:

Palestra gratuita: “A psicologia hospitalar lado a lado com o trabalho voluntário”

Data: 03 de fevereiro de 2024

Horário: 14h

Local: Pavão Cultural – Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708 – Cidade Universitária – Campinas/SP

Grátis. Não é necessário fazer inscrição.

Mais informações: www.griots.org.br e (19) 98996-7708

Dia do Enfermo e a humanização hospitalar

Janeiro traz consigo uma data importante para aqueles que vivenciam diariamente o ambiente hospitalar: o Dia Nacional do Enfermo, celebrado em 14 de janeiro.

O Dia Nacional do Enfermo, instituído em 2002 pelo Ministério da Saúde, destaca a importância de promover uma transformação no ambiente onde os enfermos se encontram, afinal, eles necessitam de uma abordagem que compreenda as diversas dimensões humanas: biológica, psicológica, social, cultural, moral, espiritual. 

A iniciativa tem como objetivo promover mudanças positivas entre os cuidadores (médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem) e os enfermos, além de seus familiares e amigos, ou seja, é uma data que nos lembra da importância de humanizar os ambientes de saúde. A gentileza, o bem-estar psíquico, o apoio, a empatia... Sentir-se acolhido e respeitado é importante no processo de recuperação.

Em fevereiro, o Dia Mundial do Enfermo é celebrado no dia 11 na tradição católica e, em sua 32ª edição, tem o tema "Não é conveniente que o homem esteja só".

É gratificante saber que nosso trabalho, centrado em histórias infantis com vocabulário acessível e abordagem lúdica, tem contribuído ao longo dos anos para alegrar e confortar tantos pacientes e seus familiares.

A arte da contação de histórias ajuda a reviver, compreender e elaborar melhor as próprias vivências e sentimentos. Somando a ela a prática da leitura, nossos amarelinhos buscam levar aos pacientes um pouco de conforto, descontração e alegria, gerando alívio, e, principalmente, despertando a esperança através do universo lúdico dos livros.

Por que 4 de janeiro é Dia Mundial do Braille?

Hoje é o Dia Mundial do Braille, que é o sistema de escrita em relevo, que abre portas para a leitura e escrita das pessoas com deficiência visual.

O sistema Braille tem esse nome por causa de seu inventor, o francês Louis Braille. Nascido em 04 de janeiro de 1809, perdeu a visão aos três anos de idade após um acidente que afetou ambos os olhos. Determinado a superar esse desafio, Braille desenvolveu um sistema tátil de escrita e leitura, usando seis pontos em relevo organizados em duas colunas de três pontos, conhecidos como "células Braille".  Isso foi em 1825.

Em 1850, um jovem cego chamado José Álvares de Azevedo, ex-aluno do Instituto de Paris, trouxe o sistema Braille ao brasil, com suas 63 combinações ou símbolos, que  permitem a expressão de tudo, desde anotações científicas até partituras musicais.

O sistema Braille tem dois modos principais: o grau 1, que é letra por letra, e o grau 2, uma versão mais curta que utiliza códigos especiais para representar conjunções, preposições e outros elementos comuns. O grau 2 visa tornar a leitura e escrita em Braille mais eficientes, diminuindo o volume de livros impressos nesse formato.

A relevância do Sistema Braille na educação inclusiva é clara, pois proporciona aos alunos cegos independência na escrita e leitura. Isso não apenas facilita a comunicação e socialização, mas também se torna uma ferramenta vital para sua autonomia.

Hoje o Braille é o processo de leitura e escrita tátil adotado em todo o mundo e reconhecido oficialmente pela UNESCO desde 1952, quando foi criado o Conselho Mundial do Braille.