O ano que passou deixou boas novas para 2026. O varejo de livros no Brasil cresceu em comparação com o ano anterior. Foram 60,33 milhões de livros vendidos em 2025, contra quase 56 milhões de unidades em 2024. Um avanço e tanto, não é?
Entre esses livros, a ficção foi a estrela, respondendo por quase 30% do faturamento. A não ficção, que geralmente inclui livros sobre fatos reais, pessoas e eventos verídicos, também se destacou, com 28,61%. Os livros infantis, juvenis e educacionais, que são os nossos favoritos, representaram 23,23%, e os mais especializados, 18,59%. Cada leitor encontrou seu livro, do romance ao didático, do clássico infantil ao guia de estudo.
Esses dados vêm do Painel do Varejo de Livros no Brasil, pesquisa feita pela Nielsen Book e divulgada pelo SNEL, que acompanha as vendas das principais livrarias e supermercados do país.
Mas nem tudo é festa. A leitura entre os brasileiros vem diminuindo aos poucos. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, em 2024, 93,4 milhões de brasileiros disseram ter lido pelo menos um livro nos três meses anteriores à pesquisa. Em 2015, eram 104,7 milhões. Proporcionalmente, o número de pessoas que lê caiu de 56% para 46% da população acima de cinco anos.
O estudo também mostra que ler não acontece sozinho, ele precisa de um empurrãozinho do mundo ao redor. Entre crianças e adolescentes, quem mais dá esse incentivo são a escola e os professores, com as mães logo atrás. Já entre os mais velhos, os amigos entram em cena, mostrando que a leitura também é uma aventura que se compartilha.
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