Conhecimento que salva vidas: Rede Mário Gatti  aposta em videoaulas para ensinar primeiros socorros à população

A Rede Mário Gatti está apresentando uma série gratuita de videoaulas sobre primeiros socorros em suas redes sociais e no YouTube. Produzido pelo Centro de Treinamento em Primeiros Socorros do Núcleo de Ensino e Pesquisa (NEP), o material busca levar orientações confiáveis para a população.

A iniciativa parte de uma realidade concreta: em muitas emergências, quem está mais perto da vítima não é um profissional da saúde. Pode ser um familiar, um professor, um colega de trabalho ou até um desconhecido. Ter informações básicas sobre como agir até a chegada do atendimento especializado pode ajudar a evitar o agravamento do quadro e aumentar a segurança de todos os envolvidos.

As videoaulas foram pensadas para diferentes públicos, de pais e responsáveis a professores, estudantes, cuidadores e trabalhadores. A proposta é apresentar procedimentos essenciais de forma clara e acessível, sem exigir conhecimentos prévios na área da saúde.

Entre os temas já disponíveis estão parada cardiorrespiratória, desmaio, convulsão e orientações sobre o acionamento correto do Samu Campinas. Os conteúdos seguem as diretrizes da Lei Lucas e da legislação municipal relacionada à capacitação em primeiros socorros.

Ao escolher as plataformas digitais, a Rede Mário Gatti também amplia o alcance da ação. Os vídeos podem ser assistidos a qualquer momento e quantas vezes forem necessárias, transformando o aprendizado em uma ferramenta sempre disponível para consulta.

A expectativa é reunir 20 videoaulas em um acervo voltado à educação em saúde e à prevenção. Mais do que ensinar técnicas, o projeto procura estimular uma cultura de cuidado, mostrando que qualquer pessoa pode estar diante de uma situação em que conhecimento e calma fazem diferença.

Porque, quando uma emergência acontece, ninguém tem tempo para procurar respostas. O ideal é que elas já estejam aprendidas.

Quer aprender mais? Confira as videoaulas aqui.

Crescimento de leitores no Brasil tem jovens e internet como motor

Hoje a conversa é sobre um hábito antigo que continua se reinventando sem fazer barulho: a leitura. E, curiosamente, quem está puxando esse movimento não são só os leitores habituais, mas uma geração mais jovem, que cresceu com o celular na mão e mesmo assim anda voltando os olhos para os livros.

No Brasil, o número de compradores de livros cresceu no último ano. Foram cerca de 3 milhões de novos leitores, segundo a Câmara Brasileira do Livro. O recorte mais expressivo está entre 18 e 34 anos, um público que vive entre notificações, vídeos curtos e, ainda assim, encontra espaço para abrir um livro.

E isso não acontece longe da internet, mas dentro dela. O chamado BookTok, os perfis literários no Instagram e os vídeos de recomendações transformaram livros em conteúdo de rede social. Um título pode ganhar vida nova porque alguém gravou uma reação, fez uma resenha rápida ou colocou a obra numa lista temática. A leitura deixou de ser apenas silenciosa e passou também a circular como tendência.

Os dados ajudam a entender esse cenário. A biblioteca digital MEC Livros registrou mais de 122 mil empréstimos gratuitos em apenas uma semana, segundo o Ministério da Educação. O número impressiona não só pelo volume, mas pelo comportamento que revela. As pessoas não apenas acessam os livros, mas também comentam, compartilham e indicam nas redes.

Ao mesmo tempo, o livro físico não perdeu espaço. As livrarias seguem com um papel quase afetivo. Muitas pessoas ainda preferem entrar em uma loja, olhar as capas, folhear sem pressa e descobrir algo que não estavam procurando. É um tipo de experiência que vai além da compra.

Isso aparece nas pesquisas. Cerca de 80% das últimas aquisições foram de livros impressos. Ainda assim, quase metade dos leitores prefere comprar online, principalmente por preço e praticidade. O comportamento é híbrido, dividido entre o digital e o físico.

Outro ponto importante é a forma como os livros são descobertos. Mais da metade dos consumidores diz ser influenciada pelas redes sociais. WhatsApp e Instagram aparecem como os principais canais, muitas vezes com recomendações informais que acabam tendo grande peso na decisão de compra.

O Panorama do Consumo de Livros 2025 reforça esse retrato. O país tem mais leitores, com crescimento entre jovens adultos e forte presença feminina no consumo. Também mostra uma participação relevante de mulheres pretas e pardas, que representam um dos grupos mais expressivos do mercado.

No fim das contas, não se trata de uma substituição de hábitos, mas de convivência entre eles. O livro continua sendo o mesmo objeto, mas o caminho até ele mudou. Pode vir por um vídeo curto, por uma indicação no celular, por um grupo de amigos ou por uma visita sem pressa a uma livraria. 

E que tal pegar dicas de histórias lá no Youtube?

O canal da Associação Griots tem muita história bacana pra você conhecer, curtir e compartilhar. Para quem gosta mais do estilo de podcast, a dica é conhecer nosso material lá no Spotify!

Conta pra gente o que achou!

MEC Livros leva modelo de biblioteca física para o ambiente digital

Num tempo em que quase tudo cabe no bolso, os livros também começam a encontrar novos caminhos. O Ministério da Educação decidiu apostar nisso e lançou o MEC Livros, uma plataforma digital que funciona como uma espécie de biblioteca virtual, daquelas que não têm portas nem horários, mas ainda preservam o ritual do empréstimo.

Já disponível para acesso pelo navegador, seja no computador, no celular ou no tablet, essa estante digital já conta com mais de 8 mil títulos à espera de leitores.

A lógica é familiar. Assim como em uma biblioteca física, não se trata de baixar para sempre, mas de pegar emprestado. O leitor escolhe um livro, fica com ele por 14 dias e, se precisar de mais tempo, pode renovar. 

Mas há uma regra que organiza tudo: só é possível ler um título por vez. E, se todos os exemplares estiverem emprestados, resta entrar na fila, uma paciência digital que recria, no ambiente virtual, a escassez do mundo físico.

A leitura acontece dentro da própria plataforma, com ferramentas que permitem ajustar o tamanho das letras, mudar a fonte ou escolher a cor de fundo. 

O acervo, por sua vez, mistura tempos e estilos. Há clássicos de Jorge Amado, Graciliano Ramos e João Guimarães Rosa, ao lado de nomes como Lygia Fagundes Telles e Drauzio Varella. Do outro lado do mapa, aparecem autores como Fiódor Dostoiévski, José Saramago, Jane Austen, Han Kang e Virginia Woolf.

E, claro, já tem também livros para crianças. 

Nem tudo é domínio público. Parte dos títulos mais recentes chegou ali por meio de acordos com detentores de direitos autorais. Há espaço para best-sellers, literatura nordestina, obras premiadas e até títulos que ganharam adaptações para o cinema.

Ficou curioso? Para acessar, é preciso fazer login com a conta gov.br. Depois disso, o usuário entra em um ambiente que tenta equilibrar tecnologia e tradição, moderno na forma, clássico na lógica. Fica a dica.

Entre estantes e versos, março celebra a leitura!

No calendário do mês de março, duas datas especiais ganham nossas atenções: o Dia do Bibliotecário, celebrado em 12 de março, e o Dia Mundial da Poesia, em 21 de março.

A primeira data nos lembra de uma figura que quase todo mundo já encontrou, principalmente na escola. O bibliotecário é, muitas vezes, aquela pessoa que circula entre estantes cheias de histórias, em um espaço onde o silêncio é regra, mas a imaginação está liberada para fazer um barulho enorme.

O Dia do Bibliotecário celebra profissionais cuja importância vai muito além de manter uma biblioteca em ordem. São eles que ajudam leitores a encontrar caminhos entre livros, orientam pesquisas e incentivam a curiosidade. Em muitos casos, foi um bibliotecário quem nos ensinou a cuidar dos livros, a respeitar o espaço da leitura e a perceber que cada obra pode abrir portas para novos mundos.

Mas o trabalho desses profissionais não se limita às prateleiras. O bibliotecário atua no gerenciamento de bibliotecas e sistemas de informação, realizando atividades como catalogação e indexação de documentos, manutenção de bases de dados e consultoria informacional. Em outras palavras, são verdadeiros mediadores entre o conhecimento e quem deseja encontrá-lo.

Dando voz as palavras 

Se no dia 12 celebramos quem protege e organiza as palavras, no dia 21 celebramos quem as transforma em arte.

O Dia Mundial da Poesia foi criado pela UNESCO em 1999, durante a sua 30ª Conferência Geral realizada em Paris. O objetivo era reconhecer a poesia como uma das formas mais preciosas de expressão cultural e linguística da humanidade.

Mais do que celebrar versos, a data também busca incentivar a diversidade linguística. A poesia tem uma capacidade única de dar voz a idiomas e tradições culturais que, muitas vezes, correm risco de desaparecer. Um poema pode ser breve, mas carrega dentro de si uma língua inteira, memórias coletivas e diferentes formas de olhar o mundo.

O dia 21 de março tornou-se, assim, um convite global para celebrar a poesia. É uma oportunidade para homenagear poetas, valorizar os recitais e as tradições orais, além de incentivar a leitura, a escrita e o ensino da poesia.

A celebração também destaca o diálogo entre a poesia e outras formas de arte. Versos encontram o teatro, conversam com a música, atravessam a dança e inspiram pinturas. A poesia, afinal, sempre encontrou caminhos para se reinventar e alcançar novos públicos.

Talvez por isso ela continue viva em tantos lugares: nos livros, nos palcos, nas redes sociais e até em conversas cotidianas. Um verso bem colocado pode dizer em poucas linhas aquilo que muitas vezes levaria páginas para explicar.

Vamos compartilhar mais histórias?

No fim das contas, as duas datas de março falam sobre o mesmo gesto humano: o desejo de preservar e compartilhar histórias.

De um lado estão os bibliotecários, guardiões do conhecimento acumulado ao longo do tempo. Do outro, os poetas, que continuam reinventando as palavras e oferecendo novas formas de ver o mundo.

Entre estantes e versos, março nos lembra de algo simples e poderoso: enquanto houver quem leia, escreva ou escute um poema, sempre haverá novas histórias esperando para ser descobertas. 

A um clique da próxima história: conheça a BibliON

Hoje tem dica prática para aumentar suas possibilidades de leitura!

Você sabia que existe uma biblioteca online, gratuita e totalmente legalizada, com milhares de títulos esperando por leitores curiosos? 

A BibliON é uma biblioteca digital pública mantida pela Prefeitura de São Paulo e criada a partir de uma iniciativa da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado, com gestão da SP Leituras. A proposta é simples e poderosa: democratizar o acesso ao livro e permitir que qualquer pessoa, independentemente da renda ou de onde mora, possa mergulhar no universo da leitura sem depender de compras frequentes.

E não estamos falando de um acervo tímido. Atualmente, a plataforma reúne cerca de 20 mil livros digitais. Tem romance, contos para leituras rápidas, poesia, literatura estrangeira para viajar sem sair do lugar, livros acadêmicos para aprofundar estudos e até audiolivros para quem prefere escutar histórias enquanto caminha, trabalha ou descansa.

O acesso é totalmente gratuito e regularizado, respeitando os direitos autorais. Na plataforma, o leitor pode pesquisar títulos, marcar favoritos, organizar uma estante digital e escolher se prefere ler online ou baixar para acessar offline. A BibliON também oferece clubes de leitura, curadoria de obras, programação cultural e ferramentas de acessibilidade. O catálogo é atualizado de forma contínua, o que significa sempre uma novidade à espera.

Num tempo em que tanta coisa passa rápido pela tela, ter livros legais e gratuitos a poucos cliques de distância é um convite irrecusável. A leitura fortalece o hábito de pensar, amplia o repertório, enriquece o vocabulário e, sobretudo, cria pontes entre pais e filhos, entre amigos, entre voluntários e ouvintes atentos.

Cadastro

E se você já se animou para entrar na BibliON, pode ficar tranquilo porque o cadastro é simples, rápido e sem complicação.

Se a sua preferência é fazer tudo pelo celular, comece baixando o aplicativo BibliON. Depois de instalar, abra o app e clique em “Registre-se”. Aí é só preencher o formulário com seus dados. Um detalhe importante na hora de digitar o CEP, ele precisa estar no formato correto, com hífen, assim: xxxxx-xxx. Depois de finalizar, você vai receber um e-mail de confirmação com um link para fazer o login. É só clicar e começar a explorar os livros.

Agora, se você prefere usar o computador, também é bem fácil. Acesse o site www.biblion.org.br e, no canto superior direito, clique em “Cadastrar-se”. Preencha o formulário com atenção, lembrando novamente do CEP com hífen. Concluído o cadastro, você receberá um e-mail de confirmação com o link para acessar a plataforma.

E se surgir qualquer dúvida no meio do caminho, é só entrar em contato pelo e-mail contato@biblion.org.br. A proposta é justamente facilitar o acesso e deixar a leitura ao alcance de todo mundo. Porque quando o assunto é livro, quanto mais portas abertas, melhor.

Fica então o convite. Que tal escolher hoje mesmo a próxima aventura? Porque, às vezes, tudo o que a gente precisa é de uma boa história, e agora ela pode estar a um clique de distância.

Confira aqui o acervo infantil e infantojuvenil.

Ler em casa, ler com carinho: por que cada página vira um passo na alfabetização

Aprender a ler é um momento muito especial na vida de toda criança, mas um grande desafio também.

No Brasil, em 2024, segundo o Indicador Criança Alfabetizada do Ministério da Educação, 59,2% das crianças da rede pública sabiam ler e escrever até o fim do 2º ano do ensino fundamental. A meta era 60%. Mais da metade dos 5312 municípios avaliados melhorou seus números em relação a 2023, e o Ceará se destacou, com 85,3% das crianças alfabetizadas, bem acima da meta prevista para 2030. 

Contar histórias, como fazem os voluntários da Associação Griots, é uma boa dica para quem quer se engajar nessa missão, afinal, aprender a ler não acontece só na escola. Pais, avós e família podem ajudar: em casa, no colo, na conversa, nas histórias que contamos e ouvimos. A leitura em família, além de um momento de conexão especial, é uma verdadeira mágica que estimula a curiosidade, a criatividade e o amor pelas palavras. 

E tem mais! Ler junto ajuda no desenvolvimento da fala, do vocabulário, da concentração e até da empatia, porque as histórias nos levam a conhecer outros mundos, pessoas e sentimentos. Além disso, esse momento cria laços afetivos e faz a criança se sentir segura e valorizada.

Não é preciso ter livros caros ou grandes bibliotecas. Uma história contada, um livro emprestado, um gibi na mão ou uma conversa sobre o que foi lido já fazem toda a diferença. É um convite para brincar com a imaginação, fazer perguntas, sonhar e aprender ao mesmo tempo.

Também vale lembrar que, em tempos digitais, o olho no olho e a voz que lê ganham ainda mais valor. O contato humano é o que torna a experiência da leitura especial e inesquecível. E o exemplo! Quando a criança vê os adultos lendo, ela aprende naturalmente que livros são grandes companheiros. 

Mundo da Literatura: Prêmio Jabuti homenageia a escritora Ana Maria Machado

A literatura infantil está em festa! 

A autora Ana Maria Machado foi eleita como Personalidade Literária da 67ª edição do Prêmio Jabuti. É a Câmara Brasileira do Livro (CBL) dizendo “obrigado” a quem ajudou a formar gerações de leitores e a fortalecer a nossa cultura. E convenhamos: Ana Maria merece cada aplauso.

Autora de mais de cem livros, ela brinca com palavras como ninguém. Suas histórias são cheias de humor, lirismo e respeito pela inteligência das crianças, convidando-as a sonhar, refletir e se maravilhar com a diversidade do mundo. Mas não pense que ela escreve só para os pequenos: romances, ensaios e contos para adultos também fazem parte de sua obra.

Desde 2003, Ana Maria ocupa a Cadeira n.º 1 da Academia Brasileira de Letras. Antes de se dedicar à escrita, começou nas artes plásticas, estudando no Museu de Arte Moderna do Rio e até no MoMA, em Nova York. Exposições pelo Brasil e pelo mundo marcaram seus primeiros passos criativos. Formada em Letras, passou também por salas de aula e redações de jornal, experiências que deram ainda mais sabor e profundidade às suas histórias infantis e juvenis.

Ao longo da carreira, Ana Maria colecionou premiações de dar inveja: três vezes o Prêmio Jabuti – em 1978, com "História meio ao contrário" (Literatura Infantil); em 1997, com "Esta força estranha" (Infantojuvenil); e em 2000, com "Fiz voar meu chapéu" (Infantojuvenil) – além do Hans Christian Andersen, conhecido como o “Nobel da literatura infantil”, do Prêmio Machado de Assis da ABL e de diversos outros reconhecimentos que celebram sua influência e legado.

E se você quer entrar de cabeça na fantasia, que tal revisitar “Menina Bonita do Laço de Fita”? Um livro que continua a encantar gerações, espalhando cores, afeto e magia por onde passa. 

Pensando nisso, veja o nosso vídeo sobre essa história linda:

https://youtu.be/BkKY7ep4ptg?si=mNvnGlpQ_ska07_H

Dia do Folclore: lendas, cantigas e magia para todas as idades

O Dia do Folclore é celebrado em 22 de agosto!

É uma data para lembrar que a cultura de um povo também está nas danças, nos causos e nos ditos populares que passam de boca em boca, de geração em geração.

Não por acaso, a Unesco trata o folclore como um tesouro raro, desses que precisam ser cuidados com carinho. No Brasil, essa celebração foi oficializada em 1965, e, desde então, o 22 de agosto virou um convite para mergulhar em tudo aquilo que nos torna tão inventivos e imaginativos.

E não há jeito melhor de entrar nesse clima do que contar uma boa lenda. E não faltam bons personagens, não é mesmo? Quem nunca ouviu sobre as travessuras do saci, o canto da Iara, as histórias sobre o curupira? 

Pensando nessas memórias e lembranças, separamos alguns caminhos para quem quiser revisitar esse universo: o site Dentro da História listou 13 lendas brasileiras; o Leiturinha reuniu 7 histórias tradicionais; e o Quimdim traz outras tantas para ler e compartilhar.

Mas a viagem não para por aí. Há sempre os clássicos de Ziraldo, com A Turma do Pererê, de Monteiro Lobato, com o travesso Saci, além de autores como Marco Haurélio, que em Lá detrás daquela serra reúne quadras, cantigas e adivinhas, e Ângela Lago, com a delicadeza de A festa no céu.

Há espaço também para quem deseja apenas assistir ou ouvir uma história, e isso é possível com o projeto Turma do Folclore, que produz conteúdos infantis com viés educativo. Apostando em personagens de traços leves, cenários coloridos, histórias curtas e videoclipes musicais, a Turma do Folclore não apenas transmite conhecimento sobre 16 lendas da nossa cultura popular, mas também aborda temas importantes, como a valorização dos povos indígenas, a educação ambiental e a sustentabilidade.

O Dia do Folclore é, acima de tudo, uma oportunidade para redescobrir o que há de mais rico na cultura brasileira, seja lendo, assistindo ou ouvindo histórias. Projetos, livros e recursos digitais tornam o folclore acessível, garantindo que lendas, cantigas e personagens continuem presentes na vida das novas gerações. Divirta-se!

Em Hortolândia, Associação Griots participa da 4ª edição do Literalendo no dia 25 de maio

A Associação Griots – Os Contadores de História participará da 4ª edição do Literalendo, festa literária promovida pela Prefeitura de Hortolândia, que acontece no último domingo do mês como parte das comemorações pelos 34 anos de emancipação do município. O grupo estará presente no dia 25, das 11h às 17h, no Parque Socioambiental Irmã Dorothy Stang, no Jardim Nossa Senhora de Fátima.

Organizado pela Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, o Literalendo é uma iniciativa que celebra a política pública de incentivo à leitura na cidade. Neste ano, o evento tem como tema “O livro e seus encantos”.

Além da participação dos Griots, duas outras atrações já foram confirmadas pela organização do evento: a apresentação da dupla de palhaços cantores Patati Patatá, no palco principal, e a exposição “Varal Étnico Ancestral”, que reunirá obras autorais de 30 professores de Arte. A mostra apresentará panôs artísticos confeccionados em algodão cru, com aplicação de tinta, sementes, miçangas e acabamentos manuais, exaltando a ancestralidade, a diversidade e a força cultural dos povos originários e afrodescendentes.

Como já é tradição, o evento contará ainda com a distribuição gratuita de livros paradidáticos e com a feira de produtos alimentícios do Programa EcoSol (Economia Solidária).

A programação completa do Literalendo poderá ser consultada nos canais de comunicação da Prefeitura de Hortolândia.

Nos vemos lá!

Participação da Associação Griots na 4ª edição do Literalendo - Hortolândia

Data: 25 de maio

Horário: 11h às 17h

Local: Parque Socioambiental Irmã Dorothy Stang, Jardim Nossa Senhora de Fátima, em Hortolândia 

Evento aberto e gratuito.

Abril é tempo de abrir livros… e o coração!

Olha que mês especial!

No dia 18 de abril, tivemos um encontro marcado com a fantasia e com a infância: foi o Dia Nacional do Livro Infantil! E não é por acaso que essa data celebra o nascimento de Monteiro Lobato, o criador do Sítio do Picapau Amarelo — um lugar onde bonecas de pano falam, sabugos de milho são sábios e meninas têm coragem de sobra para viver aventuras. Foi através dessas histórias que muitas gerações aprenderam que ler também é sonhar acordado.

Mas sabe o que mais comemoramos nesse dia? O Dia do Amigo! Coincidência? Talvez não. Porque, como nós aqui nos Griots bem sabemos, um livro bem escrito é como um amigo verdadeiro: está sempre por perto — nos momentos bons e nos difíceis — pronto para acolher, consolar, fazer rir ou simplesmente acompanhar em silêncio. Um bom amigo bom e um bom livro têm isso em comum: eles nos transformam!

E como abril é um verdadeiro contador de histórias, ele ainda esconde outro presente em seu calendário. No dia 23, celebramos o Dia Mundial do Livro — uma data que nos lembra de que, em todo canto do mundo, há alguém abrindo um livro, folheando sonhos, escrevendo memórias. Livros que atravessam fronteiras, idiomas, gerações… E que continuam a nos unir através das palavras, das imagens, da imaginação e das emoções. Quanta coisa cabe num livro, não?!