Entre livros e transplantes, duas boas notícias que chegam de Campinas

Há boas notícias que merecem ser compartilhadas. E, nesta semana, duas delas chegam de Campinas, em áreas que fazem parte do nosso olhar por aqui: literatura e saúde.

Primeiro, uma notícia sobre livros. O público das oito bibliotecas públicas municipais de Campinas quase dobrou em um ano. Segundo dados da Prefeitura obtidos pela EPTV por meio da Lei de Acesso à Informação, as unidades receberam 43.125 visitantes em 2025, contra 22.580 no ano anterior, um crescimento de 90,98%.

Os empréstimos também aumentaram, passando de 11.167 para 13.576. O resultado acompanha uma transformação no próprio uso desses espaços, que hoje recebem, além de leitores, pessoas interessadas em exposições, rodas de conversa, jogos, saraus e outras atividades gratuitas.

A Biblioteca Pública Municipal Professor Ernesto Manuel Zinck, na região central, foi um dos principais destaques: o espaço, que reúne mais de 70 mil títulos, quase triplicou o número de visitantes no período.

A EPTV ouviu leitores e responsáveis pelas bibliotecas para entender o que está por trás desse movimento e como esses espaços estão se reinventando para atrair novos públicos.

A reportagem completa pode ser vista e lida no site do G1.

Fachada da Biblioteca Pública Municipal Professor Ernesto Manoel Zink em Campinas (Imagem: Site da Prefeitura)

A outra boa notícia que compartilhamos esta semana vem direto do Hospital de Clínicas da Unicamp, uma das instituições que recebem visitas regulares de nossos voluntários, que alcançou a marca de 10 mil transplantes de órgãos e tecidos realizados desde 1984!!!

O marco foi celebrado neste mês, durante as ações do Setembro Verde, campanha dedicada à conscientização sobre a doação de órgãos. Ao longo de 42 anos, o HC realizou transplantes de rins, córneas, medula óssea, fígado e coração, além de ter incorporado mais recentemente os transplantes de ossos e cartilagens.

Mais do que um número, a marca conta uma história de quatro décadas de trabalho, pesquisa e formação de profissionais. E também lembra que, por trás de cada transplante, existe uma rede de pessoas e instituições e, muitas vezes, uma decisão que pode significar uma nova chance de vida para outra pessoa.

Equipe de voluntários em visita ao HC da Unicamp

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