Hora de receber novos amigos!

No dia 30 de agosto, a Associação Griots realizou o primeiro encontro do seu treinamento 2025, para capacitação de novos voluntários contadores de histórias.

Durante o treinamento, contamos um pouco da história da Associação Griots – sabia que já formamos mais de 700 voluntários? – e conversamos sobre a importância da contação de histórias.

A griots e psicóloga Josiane Lourenço, que já tinha conversado individualmente com os novos membros, falou com a plateia sobre os benefícios das histórias. A literatura infantil, que é nosso carro-chefe, ajuda, por exemplo, a enriquecer o repertório das crianças, e, nesse contato com o mundo da imaginação, muitas vezes elas conseguem verbalizar o que estão sentindo. Sem contar toda experiência de escuta, acolhimento e diversão que acontece no ato da contação de histórias, é claro!

Foi uma tarde cheia de lindos depoimentos de quem já é voluntário, como da Ieda, atuante no Centro Infantil Boldrini. “Nesse trabalho, a gente aprende muito com as crianças, porque elas nos lembram aquela doçura, simplicidade que a gente às vezes esquece quando adulto. Quando a gente conta histórias, a gente volta a ser criança”.

E, claro, teve dicas práticas para a próxima fase. Acompanhados de voluntários mais experientes, os novos contadores passaram o mês de setembro em visitas monitoradas, para conferir o trabalho dos Griots na prática, dentro dos hospitais. E, no próximo sábado, dia 27 de setembro, o ciclo se completa, com nossa cerimônia de formatura. É nesse dia que os novos voluntários recebem o avental e o crachá, símbolos do início oficial da missão.

E que venham os próximos capítulos!

Enquanto isso, aqui vão alguns registros do primeiro dia de treinamento!

Homenagem em Sumaré

No dia 09 de setembro, a Associação Griots – Os Contadores de Histórias recebeu uma homenagem na Câmara Municipal de Sumaré, como reconhecimento pelo trabalho que nossos voluntários realizam especialmente no Hospital Estadual de Sumaré, com visitas semanais que distribuem histórias, alegria e sorrisos a quem mais precisa.

A chamada moção de congratulação foi uma iniciativa do vereador Sebastião Correa, que deu seu depoimento: "Passei 11 dias internado e pude perceber o quanto faz diferença. Seria ótimo se esse trabalho pudesse acontecer em todos os hospitais. Sei que eles não têm equipe ou estrutura em todos os lugares, mas a presença deles faz a gente se sentir muito mais seguro. Dentro de um hospital, principalmente para crianças, ter uma equipe assim trabalhando é muito diferente. Eles ajudam de verdade, e mesmo estando sozinho, a companhia dessas pessoas voluntárias faz toda a diferença. Elas fazem esse trabalho de coração, por amor ao próximo, sem receber nada em troca."

As sessões da Câmara de Sumaré são transmitidas ao vivo e permanecem disponíveis no YouTube. Para ver como foi a homenagem aos Griots, acesse:

https://www.youtube.com/live/CqBcb4vSbOE?si=LW7pZu7-I0UGZr5v

Para você que está chegando…

Neste mês de setembro, a Associação Griots está realizando o seu treinamento anual para receber novos voluntários, que vão nos ajudar a ampliar o trabalho de contação de histórias em hospitais e lares de idosos da região de Campinas.

Até 27 de setembro, está acontecendo o que chamamos de período de estágio, em que esses novos amigos começam suas visitas hospitalares como acompanhantes de voluntários mais experientes. 

Com o tempo e a experiência, cada voluntário vai achando seu jeitinho próprio de contar histórias, seus personagens favoritos e elegendo seus livros preferidos. Enquanto isso, a gente veio lembrar que nossos canais no YouTube e no Spotify estão cheios de histórias, em vídeo e áudio, que podem servir de inspiração!

Esta dica serve pra quem está chegando no blog, ou nas redes sociais dos Griots e quer entender um pouco do nosso trabalho ou navegar em conteúdos sobre contação de histórias.

Mergulhando nesse acervo, você encontrará histórias variadas, diferentes tipos de narração, porque essa é a arte de contar histórias: expressar sua emoção, respeitando seu jeito de ser e respeitando o seu(s) ouvintes.

Divirta-se!

Este é o nosso canal no Youtube:

https://www.youtube.com/@AssociacaoGriots

E aqui você acessa nosso canal no Spotify: https://open.spotify.com/show/10NM3GbzSbWgIMoxPFxU5Z?si=ac7550129deb4a60

Dia Nacional do Voluntariado: vamos celebrar com treinamento para novos participantes!

Uma lei de 1985 estabeleceu o 28 de agosto como Dia Nacional do Voluntariado, para valorizar e incentivar o trabalho voluntário, atividade não remunerada, motivada pela solidariedade e pelo desejo de contribuir livremente com alguma causa, instituição ou comunidade.

Criada em 2003, a Associação Griots – Os Contadores de Histórias é movida pelo trabalho voluntário e, neste ano, celebra a data realizando seu treinamento anual para novos contadores de histórias. A iniciativa busca capacitar pessoas interessadas em levar histórias aos corredores de hospitais, contribuindo para a humanização do atendimento e o acolhimento de pacientes, além de fortalecer vínculos afetivos e estimular a imaginação de crianças e adultos em momentos de vulnerabilidade.

O período de inscrição incluiu uma entrevista com a psicóloga da Associação e, no dia 30 de agosto, o grupo faz seu primeiro encontro presencial, no Instituto CPFL. Nesta primeira fase do treinamento, os participantes recebem instruções sobre o ambiente hospitalar, e dialogam sobre questões como a importância do comprometimento ao realizar o serviço voluntário, os benefícios da contação da história como ferramenta de escuta e acolhimento, entre outros. Após esse encontro, os candidatos iniciarão um estágio semanal, acompanhando contadores de histórias experientes em visitas aos hospitais, com duração aproximada de uma hora por semana, até a data da formatura, em 27 de setembro. Este segundo encontro encerra o processo formativo e marca a entrega do avental e do crachá aos novos voluntários, símbolos do início oficial da missão de contar histórias e acolher pacientes com palavras, escuta e sensibilidade.

Andréia Aparecida João faz parte do grupo dos voluntários mais experientes, e ainda guarda memórias dos seus primeiros passos como contadora de histórias. “Quando eu comecei, achava que não sabia contar histórias, embora quisesse muito contar. Mas recebi uma dica valiosíssima, que recebi e continuo falando pros novos contadores que vão chegando. O importante é a gente contar histórias com o coração. A hora que a gente coloca o nosso avental ‘mágico’, tudo se transforma. Transbordando amor, a gente consegue contar qualquer história”, relembra.

Em 2025, a Associação Griots fez seu primeiro treinamento desde o início da pandemia, e Valéria Fusch foi uma das voluntárias que se juntou ao grupo. Hoje ela atua no Hospital Celso Pierro, em Campinas. “Agradeço imensamente ao grupo Griots pela acolhida afetiva. Esse trabalho voluntário está sendo muito importante pra mim! Poder proporcionar um momento de alegria por meio da conversa, acolhimento e histórias, é muito valioso e nos faz refletir como a vida é valiosa. O momento que mais me marca quando vou até a PUCC contar histórias é o sorriso de cada criança e o agradecimento das famílias.

Associação Griots – Os Contadores de Histórias

Fundada em 2003, a Associação Griots – Os Contadores de Histórias é uma entidade sem fins lucrativos, cujos voluntários fazem contação de histórias em hospitais. Atualmente, conta com patrocínio da CPFL Energia e Unimed Campinas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apoio do Instituto CPFL e assessoria cultural da Direção Cultura.

Dia do Folclore: lendas, cantigas e magia para todas as idades

O Dia do Folclore é celebrado em 22 de agosto!

É uma data para lembrar que a cultura de um povo também está nas danças, nos causos e nos ditos populares que passam de boca em boca, de geração em geração.

Não por acaso, a Unesco trata o folclore como um tesouro raro, desses que precisam ser cuidados com carinho. No Brasil, essa celebração foi oficializada em 1965, e, desde então, o 22 de agosto virou um convite para mergulhar em tudo aquilo que nos torna tão inventivos e imaginativos.

E não há jeito melhor de entrar nesse clima do que contar uma boa lenda. E não faltam bons personagens, não é mesmo? Quem nunca ouviu sobre as travessuras do saci, o canto da Iara, as histórias sobre o curupira? 

Pensando nessas memórias e lembranças, separamos alguns caminhos para quem quiser revisitar esse universo: o site Dentro da História listou 13 lendas brasileiras; o Leiturinha reuniu 7 histórias tradicionais; e o Quimdim traz outras tantas para ler e compartilhar.

Mas a viagem não para por aí. Há sempre os clássicos de Ziraldo, com A Turma do Pererê, de Monteiro Lobato, com o travesso Saci, além de autores como Marco Haurélio, que em Lá detrás daquela serra reúne quadras, cantigas e adivinhas, e Ângela Lago, com a delicadeza de A festa no céu.

Há espaço também para quem deseja apenas assistir ou ouvir uma história, e isso é possível com o projeto Turma do Folclore, que produz conteúdos infantis com viés educativo. Apostando em personagens de traços leves, cenários coloridos, histórias curtas e videoclipes musicais, a Turma do Folclore não apenas transmite conhecimento sobre 16 lendas da nossa cultura popular, mas também aborda temas importantes, como a valorização dos povos indígenas, a educação ambiental e a sustentabilidade.

O Dia do Folclore é, acima de tudo, uma oportunidade para redescobrir o que há de mais rico na cultura brasileira, seja lendo, assistindo ou ouvindo histórias. Projetos, livros e recursos digitais tornam o folclore acessível, garantindo que lendas, cantigas e personagens continuem presentes na vida das novas gerações. Divirta-se!

Portas abertas: treinamento para novos voluntários acontece em agosto

Agosto é tradicionalmente lembrado como o mês do voluntariado. Mas quem já dedicou um pouco do seu tempo ao outro sabe que o verdadeiro serviço voluntário se constrói no cotidiano, no encontro, no compromisso, na presença.

É com esse espírito que a Associação Griots prepara com muito carinho seu próximo treinamento para capacitar novos participantes que queiram atuar como contadores de histórias em hospitais e lares de idosos com a gente.

Os interessados devem entrar em contato pelo WhatsApp (19) 99630-4887. Os próximos passos envolvem uma entrevista com a psicóloga da Associação, dois encontros presenciais em Campinas e um período de estágio ao lado de voluntários mais experientes.

Não é necessário ter experiência prévia com contação de histórias. Essa habilidade é desenvolvida, em grande parte, ao longo do próprio processo formativo. O essencial é ter disponibilidade e desejo genuíno de servir com responsabilidade e delicadeza.

Os encontros presenciais ocorrerão em duas datas: no dia 30 de agosto, sábado, às 14h, e no dia 27 de setembro, também sábado, no mesmo horário. Ambos serão realizados no Instituto CPFL, localizado na Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632, no bairro Chácara Primavera, em Campinas.

O primeiro encontro, no dia 30 de agosto, será dedicado à apresentação da trajetória e das práticas da Associação Griots, além de orientações importantes sobre o ambiente hospitalar e o preenchimento da ficha de inscrição. A partir dessa data, o candidato deverá ter disponibilidade para realizar um breve estágio, acompanhando um contador de histórias experiente em visitas semanais aos hospitais, com duração aproximada de uma hora por semana, até a data da formatura.

O segundo encontro, no dia 27 de setembro, marca o encerramento do processo formativo. É nesse momento que os novos voluntários recebem o avental e o crachá, símbolos do início oficial da missão de contar histórias e acolher, com palavras e escuta, aqueles que vivem momentos de fragilidade.

Dia do Escritor!

Você sabia que no dia 25 de julho comemora-se o Dia do Escritor? 

Escritores e escritoras de todos os cantos merecem ser celebrados por criarem personagens inesquecíveis, aventuras incríveis e por nos fazerem rir, chorar ou simplesmente imaginar. Afinal, escrever é mais do que juntar letras: é deixar um pedacinho de si para o mundo...

Ser um leitor assíduo faz um bem danado pra gente, por isso é tão bom começarmos a estimular o hábito da leitura já na infância.

E, nesse quesito, o Brasil é campeão. Dá pra fazer uma lista enorme de grandes escritores que merecem nossos aplausos, autores de obras que atravessaram gerações e ainda hoje são grandes pérolas da literatura infantil.

Ana Maria Machado, Eva Furnari, Maria Clara Machado, Marina Colasanti, Ziraldo, Ruth Rocha, Pedro Bandeira, Monteiro Lobato, Sylvia Orthof, Ilan Brenman, Tatiana Belinky...

Conta pra gente, que autores você acrescentaria nessa lista?

De Monteiro Lobato aos Irmãos Grimm: clássicos que podemos contar livremente

Você já parou para pensar que algumas histórias, depois de um tempo, se tornam de todo mundo? Não têm mais dono, não precisam mais de permissão, não pedem chave nem bilhete de entrada. Basta chegar, abrir o livro ou a boca e contar. É o que chamamos de domínio público.

Obras em domínio público podem ser lidas, recontadas, encenadas, gravadas, cantadas, reinventadas... No Brasil, isso acontece setenta anos depois que o autor se despede da vida. É como se a história, enfim, ganhasse asas definitivas.

Mas, mesmo assim, é sempre importante lembrar quem a criou. O nome do autor ou da autora merece ser guardado com cuidado, como se guarda um segredo bom. Porque foi ali, naquela primeira faísca, que tudo começou.

Quer saber mais? Alguns autores 

Existem muitos autores que já nos deixaram esse presente aberto. Monteiro Lobato, por exemplo, já tem boa parte das aventuras do Sítio do Picapau Amarelo livres para serem contadas. Também estão disponíveis os livros de Delina Lopes Vieira, de Júlia Lopes de Almeida (muitas vezes em parceria com sua irmã Adelina) e de Lenira Almeida Heck, todas elas escreveram com o coração voltado à infância.

Nascidas do outro lado do oceano, temos histórias como Alice no País das Maravilhas, que já pode ser lida quantas vezes quisermos, graças a Lewis Carroll e as fábulas de La Fontaine, entre muitas outras, como os contos de Hans Christian Andersen, com suas pequenas tristezas e belezas, como “A Pequena Sereia”, “A Nova Roupa do Rei”, “O Patinho Feio” e “A Rainha da Neve”, e as histórias recolhidas pelos Irmãos Grimm, como “Branca de Neve”, “Cinderela”, “Chapeuzinho Vermelho”, “João e Maria e Rapunzel”. 

Sem esquecer Charles Perrault, com “A Bela Adormecida”, “O Gato de Botas” e “Cinderela”, J. M. Barrie, com “Peter Pan”, e Rudyard Kipling, com seu “O Livro da Selva”, que traz o adorável Mogli.

E onde encontrar essas histórias? 

Em lugares encantados, mas bem reais. 

- A Brasiliana da Literatura Infantil e Juvenil tem um acervo delicado, com livros antigos, cartilhas, contos e poemas. 

- O Baixe Livros é uma biblioteca digital gratuita cheia de surpresas, como “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry, e “O Menino Maluquinho”, de Ziraldo

- A plataforma Domínio Público também é uma boa morada para quem busca palavras antigas em roupagens novas.

- Ah, e o Ministério da Educação tem um livro especial, com contos tradicionais, fábulas, lendas e mitos, um verdadeiro mapa do tesouro para quem deseja contar.

No fim das contas, é simples: escolha uma história. Leia em voz alta. Deixe a imaginação tomar conta da sala, da praça, do quarto, do ônibus, do mundo. Porque toda vez que uma história é contada, ela nasce de novo e leva junto um pedacinho de quem a contou.

Junho Violeta: Dignidade no envelhecimento é para todos

Junho está chegando ao fim, mas ainda temos muito a dizer sobre um tema que nos toca profundamente: o cuidado com as pessoas idosas.

Neste mês, vigora a campanha Junho Violeta, que conscientiza sobre a violência contra os idosos. O tema deste ano, “Entre Gerações – Laços que Protegem”, lembra que envelhecer com dignidade deve ser uma prioridade para todos nós, e que esse direito não pode depender das circunstâncias.

Os números do Disque 100 mostram que milhares de denúncias de violência contra idosos são feitas todos os anos no Brasil. Mas sabemos que a realidade é ainda maior, porque muitos casos permanecem silenciosos, escondidos pelo medo, pela dependência ou pela falta de informação. Muitas vezes, essa violência acontece dentro de nossas próprias casas, entre pessoas que deveriam cuidar umas das outras.

A violência contra os idosos pode surgir de muitas formas, seja física, psicológica, patrimonial, sexual ou por negligência, que infelizmente é muito comum. Por isso, é urgente fortalecer as redes de apoio, escutar mais, julgar menos e garantir que cada pessoa idosa tenha espaço e autonomia para escolher como viver.

Prevenir também é aprender e ensinar. Falar sobre esse assunto com naturalidade e sensibilidade ajuda a criar ambientes onde o cuidado não seja uma obrigação, mas uma expressão genuína de amor e respeito. Campanhas como o Junho Violeta nos lembram que cuidar de quem envelhece é um compromisso de todos. 

Se você conhece alguém que sofre violência ou abandono, não fique em silêncio. O silêncio machuca tanto quanto a agressão. Denunciar é o primeiro passo para romper esse ciclo. O Disque 100 é um canal gratuito e anônimo, sempre pronto para ouvir e proteger.

O Junho Violeta pode acabar no calendário, mas o compromisso com o respeito e a valorização da pessoa idosa deve estar presente todos os dias. Cuidar é reconhecer a história e o valor de quem veio antes e garantir que o envelhecimento seja vivido com segurança, carinho e dignidade.

Dia do Doador de Sangue: “Eu me cuido para doar”, é o tema do Junho Vermelho 2025

Todo ano, no dia 14 de junho, o mundo se une para celebrar uma data muito especial: o Dia Internacional do Doador de Sangue. 

É um dia dedicado a agradecer aquelas pessoas generosas que, movidas pelo desejo de ajudar, doam sangue e, com isso, salvam vidas — vidas de desconhecidos, de amigos, de familiares. Essa data vai além da homenagem, ela também nos lembra da importância de ampliar essa rede de doadores e, principalmente, de manter a doação constante. 

Afinal, para quem precisa, o acesso rápido a sangue seguro e de qualidade pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

Eu me cuido para doar 

O Junho Vermelho já está a todo vapor no coração de Campinas e em cidades vizinhas. Promovida pelo Hemocentro da Unicamp, a campanha reúne, ao longo de todo o mês, atividades, eventos simbólicos e mobilizações com um único objetivo: incentivar a doação de sangue e conscientizar sobre sua importância.

Este ano, a campanha traz um tema que parece até um conselho carinhoso: “Eu Me Cuido para Doar”. A ideia é simples e verdadeira: só quem está saudável pode doar, e quem doa salva. Um ciclo de cuidado e solidariedade que começa dentro de cada um.

Durante o mês inteiro, prédios importantes da região ganharão um brilho vermelho, uma luz que chama a atenção para a urgência de doar sangue regularmente.

No próprio dia 14 de junho, o Hemocentro da Unicamp prepara uma recepção especial para os doadores, com mesas de frutas, pipoca e momentos para celebrar essa grande família formada por quem doa sangue. Um jeito doce e alegre de transformar um gesto de solidariedade em uma verdadeira festa da vida.

Onde doar?

Se você quiser fazer parte dessa iniciativa, saiba que doar sangue está ao seu alcance em quatro unidades da região. Em Campinas, é possível ir ao Hemocentro da Unicamp, na Rua Carlos Chagas, 480, aberto das 7h30 às 15h. O posto de coleta de sangue do Hospital Mário Gatti está funcionando no momento no Hospital de Amor, na Av. das Amoreiras, 860 – Parque Itália, funcionando no mesmo horário. Para quem está em Sumaré, o Hospital Estadual de Sumaré também tem ponto de coleta de doação de sangue, na Avenida da Amizade, 2400, das 7h30 às 12h. 

Essa data não representa apenas momentos de conscientização, mas também oportunidades de ação. Divulgue, participe, doe. A cada gesto solidário, ajudamos a colorir histórias de vida e a plantar esperança!

Imagem: @hemocentrounicamp